Americana planeja maior orgia do mundo e ensina 3 regras básicas do sexo grupal
Americana planeja maior orgia do mundo e ensina 3 regras básicas do sexo grupal
Pearl Derriere quer juntar mil pessoas em seu evento sexual para quebrar recorde japonês
Postado em 19/11/2018
Foto: PA Real Life/Reprodução

Mais uma vez o recorde japonês de maior orgia do mundo está em risco. Depois da tentativa falha do Sin City, ocorrida em junho deste ano em Las Vegas, eis que surge uma outra valente competidora nas terras do Tio Sam. 


Trata-se de Pearl Derriere, uma organizadora de eventos de Denver que ambiciona juntar pelo menos mil pessoas em sua festa sexual e desbancar a marca atual do nipônicos de “apenas” 500 participantes numa suruba.


(Pearl Derriere, 29 anos, planeja a maior orgia do mundo. Foto: PA Real Life/Reprodução)Conhecedora profissional desse tipo de evento, a moça, de 29 anos, explica que para se ter sucesso em tais celebrações, três regras são básicas: nunca ir sozinho nessas festividades, levando sempre um amigo junto; usar preservativos em todas as relações; e, claro, deixar o celular em casa. 


Os amigos, segundo ela, são essenciais para se ter alguém responsável, caso uma das partes se embebede demais. Os preservativos, por óbvio, são para manter as práticas do evento seguras. E os celulares são banidos para evitar filmagens indiscretas que coíbem a diversão dos participantes. 


Pearl também afirma que tudo deve ocorrer segundo a lógica do “sexo positivo”, abraçando a experimentação sexual segura e, principalmente, consensual. 


(Pearl é adepta do 'sexo positivo' - experimentação libertária, mas com limites claros. Foto: PA Real Life/Reprodução)Um outro detalhe sobre os eventos, deixado implícito pela americana, é a privacidade e sigilo absoluto deles. Um bom exemplo é sua festa sexual que pretende quebrar o recorde japonês de maior orgia, cuja data e local são mantidos a sete chaves dentro da comunidade dos adeptos ao ‘sexo positivo’.


Curiosamente, Pearl só entrou para o mundo do swing em 2012. Anteriormente, ela trabalhava numa companhia de seguros, mas teve problemas no local por conta de sua posição sexual. Conforme narra, ela foi mandada para o RH mais de uma vez por conta de seu relacionamento com uma outra funcionária - que era casada e tinha filhos.


Cansada do preconceito do escritório, ela então se tornou uma dançarina de cabaré num club de strip tease, e foi aí que descobriu o mundo do sexo livre - o que, segundo ela, foi a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido.