Polícia alemã ‘salva’ homem perseguido por um bebê esquilo
Polícia alemã ‘salva’ homem perseguido por um bebê esquilo
Segundo as autoridades, o pequeno roedor provavelmente buscava ajuda após se perder da mãe e acabou assustando o cidadão
Postado em 11/08/2018
(Foto: Twitter/Polícia de Karlsruhe/Reprodução)

A polícia da cidade de Karlsruhe, situada no sudoeste alemão, recebeu um pedido de ajuda curioso na manhã da última quinta-feira (9). A vítima, no caso, era um homem que pedia socorro aos oficiais porque supostamente estava sendo perseguido… por um bebê esquilo. 


Quando uma viatura chegou ao local para investigar o incidente, os policiais foram surpreendidos ao encontrar a perseguição ainda em curso. O pequeno mamífero, de fato, corria atrás do pobre cidadão sem parar.


Mas o drama durou pouco tempo. Logo o esquilo, aparentemente exausto, desistiu da empreitada, deitou-se no chão e adormeceu. Os oficiais, então, pegaram a pequena criatura e levaram ‘sob custódia’.


(O pequeno criminoso foi capturado ao adormecer. Foto: Twitter/Polícia de Karlsruhe/Reprodução)


No escritório da polícia, o roedor acabou por conquistar todo mundo e ganhou até um apelido. "Será nosso novo mascote, será batizado de Karl-Friedrich", disse Christina Krenz, porta-voz da polícia.


(Não demorou para sua fofura conquistar os policiais. Foto: Twitter/Polícia de Karlsruhe/Reprodução)


Segundo relatório oficial, o filhote foi levado para um centro de resgate de animais e está sendo muito bem cuidado.


(Karl-Friedrich está sob os cuidados de um centro de resgate de animais

Foto: Twitter/Polícia de Karlsruhe/Reprodução)


Embora soe inusitado, o ocorrido não chega a ser tão raro assim. É comum esquilos perseguirem seres humanos quando precisam de comida ou ajuda. "Muitas vezes acontece que os esquilos que perderam suas mães buscam um substituto e concentram seus esforços em uma só pessoa", explicou Krenz. 


Ainda de acordo com a policial, é compreensível que, diante da perseguição, o cidadão tenha ligado para polícia, pois os animais podem ser “muito persistentes”, às vezes “não apenas correndo atrás da pessoa, mas ficando completamente fissurados nela”. 


“Pode ser bem assustador.  [O homem] estava certamente se sentindo um pouco ameaçado”, finalizou Krenz. 


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